Poema: Messias líquido

Não se cria uma poesia à força. Você não se senta numa cadeira e diz “Agora vou escrever um poema”. É até possível sair algo, mas será algo sem inspiração, pois é a inspiração que faz a poesia. Ficar inspirado é algo que acontece e é preciso ficar atendo, ou toda uma boa ideia pode cair no esquecimento.

Esses momentos ocorrem de maneira aleatória. Estava no meu trabalho quando alguns versos surgiram em minha mente. Eram relacionados à água, chuva. Rapidamente os anotei em um pedaço de papel e tentei parar de pensar no assunto. Só voltei a focar nesses versos quando decidi que eles deveriam se transformar em poesia. Chegou o momento de lapidação da ideia original.

Assim formou-se esse poema, a partir da ideia de que a água é a fonte de nossa vida. Afinal, o que seria de nós sem ela? Continuar lendo “Poema: Messias líquido”

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Poema: Messias líquido

Poema: Sonho recorrente

Os sonhos ainda são um grande mistério para nós. Será que possuem algum significado? Por que sonhamos tal coisa, mesmo não querendo? Por que nos esquecemos deles com tanta facilidade?

No fundo, sonhos são grandes viagens, para mundos familiares, mas que, de certa forma, possuem um tom de estranheza. Há um sonho que me é recorrente. Se me recordo bem, já o revisitei umas cinco vezes, no mínimo. Reconheço o cenário, pois sei que é o sítio onde minha avó e meu avô vivem, porém, diversos elementos estão fora de lugar, alterados, com outros elementos a mais, que não estavam ali antes.

Inspirado nesse sonho, em toda essa maluquice, construída pela liberdade que minha mente possui em criar cenários abstratos e em me pregar peças, escrevi esse poema, que tenta passar essa sensação de estar sonhando, onde cenas não são conectadas, tudo pode mudar a qualquer momento.

Talvez a dúvida da última estrofe seja resolvida, pois, a partir de agora, você irá adentrar meus sonhos. Continuar lendo “Poema: Sonho recorrente”

Poema: Sonho recorrente

POEMA: O QUE POSSO DIZER?

Encontrei esse poema vasculhando os arquivos em meu computador. Sequer lembrava que o havia escrito. Achei os versos bonitinhos, de uma época onde eu era mais romântico do que agora, com certeza. O poeta pode fingir sentimentos para melhorar a sua obra, seus versos não precisam necessariamente representar o que realmente sente. Gosto desses versos porque não se trata de algo parecido, são palavras sinceras. Apenas fiz algumas alterações que achei necessárias, pois o tempo nos deixa mais críticos, quanto mais escrevemos, mais aprendemos e melhoramos. A última estrofe é nova, parecia que estava faltando um final.

Não é nenhuma-obra prima, mas espero que goste, nobre pessoa que dedicou parte de seu tempo para visitar meu blog. Continuar lendo “POEMA: O QUE POSSO DIZER?”

POEMA: O QUE POSSO DIZER?