Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

Título: Primeiro amor
Autor: Ivan Turguêniev
Editora: Penguin-Companhia das Letras
Ano: 2015
Páginas: 112
Tradução: Rubens Figueiredo
Veja o livro no site da editora: https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=85121

“Isso é a paixão!… Como não se rebelar, como suportar um golpe de qualquer mão que seja!… Mesmo da mão mais querida! Mas parece que é possível, quando se ama…” (TURGUÊNIEV, Ivan. Primeiro amor. Penguin-Companhia das Letras, 2015, p. 103-104)

Quem nunca se apaixonou pela primeira vez? Você se lembra de como se sentiu, as novas sensações que experimentou? É sobre isso que Ivan Turguêniev escreve nessa novela, dentre toda sua obra, uma das mais cultuadas. Continuar lendo “Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev”

Anúncios
Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

POEMA: AQUELE SENTIMENTO ♥

Todo mundo conhece esse sentimento em questão. Conhecer por definição sim, mas dizer que todo mundo já o tenha sentido, é outra coisa.

Ele existe em diversas formas: fraternal, maternal, carnal, vários “als”. Porém sua forma mais marcante é aquela que te pega de surpresa, que te faz pensar “ferrou!”. Sabe aquele calor que dá ao conhecer alguém que lhe tira da zona do conforto? Que te faz ter pensamentos loucos? É disso que o poema fala.

O que seria de nós sem ele? Ah, aquele sentimento… Continuar lendo “POEMA: AQUELE SENTIMENTO ♥”

POEMA: AQUELE SENTIMENTO ♥

POEMA: DOR

Há uma semana, mais ou menos, eu estava sentindo muita dor, eu não estava bem. E uma ideia me surge de uma situação adversa, mais uma vez.

Quem é que nunca sentiu dor? Já nascemos com ela, ao respirar o ar que nossos pulmões não estavam acostumados a receber. Se trata de um sentimento que nos acompanha pelo resto da vida, ruim pois senti-la não é bom, mas ao mesmo tempo nos faz lembrar de que estamos vivos e devemos seguir em frente.

Gosto de ser engraçado e acredito possuir certa facilidade em criar algo que possa fazer rir. Por isso a primeira estrofe que criei foi a última, que parece um pouco boba até, mas que é divertira (eu acho). O resto foi se desenrolando ao me lembrar de situações em que a dor passou pela minha vida.

Foi um poema bom de se escrever, e espero que seja bom de ler. Espero que goste. Pode dizer o que achou nos comentários. Seja sincero. Continuar lendo “POEMA: DOR”

POEMA: DOR

POEMA: O QUE POSSO DIZER?

Encontrei esse poema vasculhando os arquivos em meu computador. Sequer lembrava que o havia escrito. Achei os versos bonitinhos, de uma época onde eu era mais romântico do que agora, com certeza. O poeta pode fingir sentimentos para melhorar a sua obra, seus versos não precisam necessariamente representar o que realmente sente. Gosto desses versos porque não se trata de algo parecido, são palavras sinceras. Apenas fiz algumas alterações que achei necessárias, pois o tempo nos deixa mais críticos, quanto mais escrevemos, mais aprendemos e melhoramos. A última estrofe é nova, parecia que estava faltando um final.

Não é nenhuma-obra prima, mas espero que goste, nobre pessoa que dedicou parte de seu tempo para visitar meu blog. Continuar lendo “POEMA: O QUE POSSO DIZER?”

POEMA: O QUE POSSO DIZER?

O POEMA DA PREOCUPAÇÃO

Durante essa semana e semana passada, estive bastante preocupado. Muitas coisas se misturaram e formaram um enorme emaranhado preocupante: prazos, trabalhos da faculdade, acordar cedo para trabalhar, a sensação de falta de tempo, a vontade de escrever para o blog, a vontade de ler; enfim, muita coisa, mesmo.

Nenhuma palavra pode descrever melhor o que eu estava sentido do que a palavra preocupação. A vontade de conseguir dar conta de tudo o que se deseja acaba desencadeando isso. Já é ruim fazer as coisas quando se está preocupado, e para piorar, esse sentimento elicia uma certa incapacidade, uma sensação de inutilidade. Dessa forma fica ainda mais difícil atingir todas as nossas metas (nesse caso é mais inteligente agir diferente da Dilma e não dobrar as metas).

Não quero me passar por coitado, não escrevo essas palavras para mostrar que minha vida e difícil, nem nada do tipo. Esse é o pano de fundo para o pequeno poema que vem a seguir. O processo de sua criação (ter a ideia, pensar nos versos, escrever) foi uma válvula de escape para essa preocupação toda que eu estava sentindo. Me sinto mais tranquilo agora e para celebrar isso, lhe apresento esse poema, que foi gostoso de escrever. Espero que sua leitura seja tão prazerosa quanto o processo de escrevê-lo foi para mim. Continuar lendo “O POEMA DA PREOCUPAÇÃO”

O POEMA DA PREOCUPAÇÃO