Minhas Leituras #77: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias – Leon Tolstói

“A filosofia de um mestre russo”

Título: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias
Autor: Leon Tolstói
Editora: Martin Claret
Ano: 2018
Páginas: 288
Tradução: Oleg Almeida
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“[…] o casamento sem amor não é um casamento de verdade, é que apenas o amor consagra o casamento e que o verdadeiro casamento é só aquele consagrado pelo amor.” (TOLSTÓI, Leon. Sonata a Kreutzer. In: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias. Martin Claret, 2018, p. 111)

Continuando com as publicações de grandes clássicos da literatura russa, a editora Martin Claret apresenta uma edição que contém três grandes obras de Tolstói, um dos principais nomes da literatura mundial. Continuar lendo “Minhas Leituras #77: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias – Leon Tolstói”

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Minhas Leituras #77: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias – Leon Tolstói

Minhas Leituras #76: A máquina do tempo – H. G. Wells

“Um clássico em edição repaginada”

Título: A máquina do tempo
Autor: H. G. Wells
Editora: Suma
Ano: 2018
Páginas: 176
Tradução: Braulio Tavares
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“Não existe inteligência onde não existe mudança ou a necessidade de mudança.” (WELLS, H. G. A máquina do tempo. Suma, 2018, p. 128)

Em seu primeiro romance publicado, H. G. Wells já demonstrou o motivo de ter se tornado um autor clássico da ficção científica, apresentando um livro criativo, mas com sinais da pouca experiência de um iniciante. Continuar lendo “Minhas Leituras #76: A máquina do tempo – H. G. Wells”

Minhas Leituras #76: A máquina do tempo – H. G. Wells

Junho: muitos gols e muita literatura

Muitos aguardavam o mês de junho por causa da Copa do Mundo, eu queria que esse mês chegasse logo ao fim para ter férias da faculdade. Para quem desejava assistir aos jogos, a Copa até que está apresentando algumas partidas interessantes, principalmente agora, no mata-mata. Será que dessa vez o Brasil vai longe? Acho bem difícil, pela forma que o time vem jogando.

Aqueles que aguardavam as férias, finalmente poderão descansar, ter tempo para fazer o que bem entender. Junho é sempre um mês muito puxado para quem estuda, com as provas, trabalhos, estágio, etc. Esse é o momento de recuperar o fôlego, e deve ser bem aproveitado, afinal, um mês passa muito rápido.

Apesar de toda a correria desse mês (que marcou o início do inverno, mas sem o frio), foi possível continuar com as leituras e com as postagens em dia. Postei alguns textos sobre Psicologia, aproveitando tudo aquilo que venho estudando no estágio; vale a pena apresentar as diversas aplicações da Psicologia, os inúmeros campos de atuação. O conhecimento compartilhado é sempre muito mais valioso.

Como de costume, apresento o ranking mensal das leituras. Quem será o primeiro colocado dessa vez? Continuar lendo “Junho: muitos gols e muita literatura”

Junho: muitos gols e muita literatura

Minhas Leituras #75: Cartas na rua – Charles Bukowski

“O primeiro romance do velho safado”

Título: Cartas na rua
Autor: Charles Bukowski
Editora: L&PM Pocket
Ano: 2011
Páginas: 192
Tradução: Pedro Gonzaga
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“E embaixo disso tudo, os peixes, os pobres peixes lutando uns contra os outros, comendo uns aos outros. Nós somos como esses peixes, com a diferença de que estamos aqui em cima.” (BUKOWSKI, Charles. Cartas na rua. L&PM Pocket, 2011, p. 135)

Logo em seu primeiro romance, com uma escrita praticamente autobiográfica, Charles Bujowski apresenta seu estilo marcante, copiado por muitos, porém jamais reproduzido com a mesma originalidade. Continuar lendo “Minhas Leituras #75: Cartas na rua – Charles Bukowski”

Minhas Leituras #75: Cartas na rua – Charles Bukowski

Minhas Leituras #74: A imaginação educada – Northrop Frye

“Poderia a literatura existir sem a imaginação?”

Título: A imaginação educada
Autor: Northrop Frye
Editora: Vide Editorial
Ano: 2017
Páginas: 136
Tradução: Adriel Teixeira; Bruno Geraidine; Cristiano Gomes
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“Liberdade nada tem a ver com falta de exercício: ela é produto de exercício. Não se é livre para ir e vir a menos que se tenha aprendido a andar, e não se é livre para tocar piano a menos que se pratique.” (FRYE, Northrop. A imaginação educada. Vide Editorial, 2017, p. 128)

Estudar um idioma sem estudar, em conjunto, a literatura criada a partir do mesmo, é um ato incompleto. E falar em literatura sem falar em imaginação, é algo praticamente impossível. É o que Northrop Frye defende neste livro: a literatura é fruto de uma imaginação educada. Continuar lendo “Minhas Leituras #74: A imaginação educada – Northrop Frye”

Minhas Leituras #74: A imaginação educada – Northrop Frye

Minhas Leituras #73: O tempo desconjuntado – Philip K. Dick

“Você já desconfiou da própria realidade?”

Título: O tempo desconjuntado
Autor: Philip K. Dick
Editora: Suma
Ano: 2018
Páginas: 272
Tradução: Braulio Tavares
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“De qualquer modo, por piores que sejam alguns livros, não são tão ruins quanto aqueles filmes de sexo para adolescentes, sobre corridas de carros, filmes do tipo James Dean e tudo o mais.” (DICK, Philip K. O tempo desconjuntado. Suma, 2018, p. 11)

Publicado pela primeira vez no Brasil, ‘O tempo desconjuntado’ explora os limites da realidade, fazendo o leitor se questionar sobre a concretude de sua percepção acerca do mundo que o cerca. Continuar lendo “Minhas Leituras #73: O tempo desconjuntado – Philip K. Dick”

Minhas Leituras #73: O tempo desconjuntado – Philip K. Dick

Minhas Leituras #72: Lolita – Vladimir Nabokov

“Perversão, amor e polêmica”

Título: Lolita
Autor: Vladimir Nabokov
Editora: Alfaguara
Ano: 2011
Páginas: 392
Tradução: Sergio Flaksman
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“Lolita, luz da minha vida, fogo da minha carne. Minha, alma, meu pecado” (NABOKOV, Vladimir. Lolita. Alfaguara, 2011, p. 13)

Publicado pela primeira vez em 1955, ‘Lolita’ causou polêmica antes mesmo de sua publicação, por narrar a paixão doentia de um homem adulto por uma menina pré-adolescente — o que gerou grande receio em diversos editores. Continuar lendo “Minhas Leituras #72: Lolita – Vladimir Nabokov”

Minhas Leituras #72: Lolita – Vladimir Nabokov

Minhas Leituras #71: Admirável mundo novo – Aldous Huxley

“Individualismo e liberdade são importantes?”

Título: Admirável mundo novo
Autor: Aldous Huxley
Editora: Biblioteca Azul
Ano: 2014
Páginas: 312
Tradução: Vidal Serrano e Lino Vallandro
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“Mas é que, quando não se conhece a História, os fatos relativos ao passado, em geral, parecem mesmo incríveis.” (HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. Biblioteca Azul, 2014, p. 53)

Ao contrário de uma utopia, a distopia apresenta um mundo perfeito e totalmente funcional, realmente utópico, porém com algumas privações, sendo as mais recorrentes as privações de liberdades e individualidades. ‘Admirável mundo novo’ popularizou esse gênero literário tão apreciado hoje. Continuar lendo “Minhas Leituras #71: Admirável mundo novo – Aldous Huxley”

Minhas Leituras #71: Admirável mundo novo – Aldous Huxley

Minhas Leituras #70: Mrs Dalloway – Virginia Woolf

“Um romance envelhecido”

Título: Mrs Dalloway
Autor: Virginia Woolf
Editora: Autêntica
Ano: 2013
Páginas: 272
Tradução: Tomaz Tadeu
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“Pois a verdade (que ela continue sem saber) é que os seres humanos não têm bondade, nem fé, nem caridade, nada para além daquilo que serve para aumentar o prazer momentâneo”. (WOOLF, Virginia. Mrs Dalloway. Autêntica, 2013, p. 91)

Na tentativa de fugir dos padrões estabelecidos para a escrita de um romance, Virginia Woolf finalmente conseguiu criar algo inovador para sua época, ‘Mrs Dalloway’, um de seus livros mais importantes. Continuar lendo “Minhas Leituras #70: Mrs Dalloway – Virginia Woolf”

Minhas Leituras #70: Mrs Dalloway – Virginia Woolf

Minhas Leituras #69: Ficções – Jorge Luis Borges

“Ficção ou realidade?”

Título: Ficções
Autor: Jorge Luis Borges
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2007
Páginas: 176
Tradução: Davi Arrigucci Jr.
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“A verdade é que vivemos adiando tudo o que é adiável; talvez todos nós saibamos no fundo que somos imortais e que, cedo ou tarde, todo homem fará todas as coisas e saberá tudo.” (BORGES, Jorge Luis. Funes, o memorioso. In: Ficções. Companhia das Letras, 2007, p. 105)

A obra com a qual Jorge Luis Borges obteve reconhecimento internacional é uma coletânea de contos, onde a realidade e a ficção se fundem, criando narrativas únicas.

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Minhas Leituras #69: Ficções – Jorge Luis Borges