Minhas Leituras #78: Fundação – Isaac Asimov

“A queda do Império Galáctico”

Título: Fundação
Autor: Isaac Asimov
Editora: Aleph
Ano: 2009
Páginas: 240
Tradução: Fábio Fernandes
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“Nunca deixe seu senso moral impedir você de fazer o que é certo!” (ASIMOV, Isaac. Fundação. Aleph, 2009, p. 142)

Com um início promissor, cheio de reviravoltas, revelações e mistérios, ‘Fundação’ faz a famosa trilogia de Isaac Asimov começar de maneira bastante animadora, já deixando o leitor com vontade de conhecer os próximos livros. Continuar lendo “Minhas Leituras #78: Fundação – Isaac Asimov”

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Minhas Leituras #78: Fundação – Isaac Asimov

Futebol e intolerância

Na última sexta-feira, dia 06 de julho, a Seleção Brasileira de Futebol foi eliminada da Copa do Mundo pela equipe da Bélgica. Acontece, é um jogo, o time não vinha jogando bem e já faz tempo que o Brasil não chega à final desse torneio. Seleções muito melhores que essa de 2018 não conseguiram vencer a Copa. Faz parte.

Em nosso país, o futebol não é apenas um esporte, é também parte de nossa cultura. Uma das poucas coisas nas quais nos destacamos no cenário internacional é nesse esporte, que possui grande representatividade mundial. Num país cheio de problemas, é preciso se orgulhar das poucas coisas que são realmente boas (e o futebol é uma delas). Ademais, para os mais pobres (que compõem grande parte de nossa população), esse esporte é uma saída, uma maneira para conseguir uma vida melhor, sendo a grande esperança de muita gente.

Temos que levar em conta que o futebol mexe com as emoções de muitos torcedores de forma bastante pessoal, assim como uma paixão. E isso faz algumas pessoas cometerem atos infelizes, como o que aconteceu com o jogador Fernandinho, que fez um gol contra no jogo contra a Bélgica e não realizou uma boa atuação. Como mostram os sites UOL e Gazeta Esportiva, muitas pessoas deixaram críticas pesadas, algumas de cunho racial, nas redes sociais do jogador. Continuar lendo “Futebol e intolerância”

Futebol e intolerância

Minhas Leituras #72: Lolita – Vladimir Nabokov

“Perversão, amor e polêmica”

Título: Lolita
Autor: Vladimir Nabokov
Editora: Alfaguara
Ano: 2011
Páginas: 392
Tradução: Sergio Flaksman
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“Lolita, luz da minha vida, fogo da minha carne. Minha, alma, meu pecado” (NABOKOV, Vladimir. Lolita. Alfaguara, 2011, p. 13)

Publicado pela primeira vez em 1955, ‘Lolita’ causou polêmica antes mesmo de sua publicação, por narrar a paixão doentia de um homem adulto por uma menina pré-adolescente — o que gerou grande receio em diversos editores. Continuar lendo “Minhas Leituras #72: Lolita – Vladimir Nabokov”

Minhas Leituras #72: Lolita – Vladimir Nabokov

A (in)gratidão de cada dia

Na última sexta-feira, dia 18 de maio, aconteceu algo inusitado na cidade onde vivo, Tupã/SP. Um empresário guardou R$70 mil (em espécie) dentro de um saco de lixo. Por um engano, esse dinheiro acabou indo parar no lixo. Após se dar conta do erro, esse empresário foi atrás dos coletores (que trabalham em trios), que interromperam o serviço e se deslocaram ao aterro sanitário, a fim de encontrar o dinheiro no meio de todo o material que haviam coletado.

O final dessa história foi feliz para o tal empresário, que recuperou seu dinheiro, com a ajuda dos coletores. Estes, por sua vez, disseram (em entrevista a um canal de televisão) que sentiam-se bem por terem devolvido os R$70 mil, gratos pela boa ação. Como recompensa, receberam R$100,00 desse empresário, para que dividissem entre os três. Continuar lendo “A (in)gratidão de cada dia”

A (in)gratidão de cada dia

Minhas Leituras #66: O processo – Franz Kafka

“Absurdismo que choca e surpreende”

Título: O processo
Autor: Franz Kafka
Editora: Companhia de Bolso
Ano: 2005
Páginas: 272
Tradução: Modesto Carone
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“A Justiça precisa estar em repouso, senão a balança oscila e não é possível um veredicto justo.” KAFKA, Franz. O processo. Companhia de Bolso, 2005, p. 145

Muitos são os autores que se inspiraram em Franz Kafka, em seu estilo absurdo, surreal. Um dos livros que mais expressam essa característica kafkiana (até ganhou nome!) é ‘O processo’, uma obra publicada após a morte de seu autor. Continuar lendo “Minhas Leituras #66: O processo – Franz Kafka”

Minhas Leituras #66: O processo – Franz Kafka

Minhas Leituras #61: Psicose – Robert Bloch

“A matéria-prima do clássico de Alfred Hitchcock”

Título: Psicose
Autor: Robert Bloch
Editora: DarkSide Books
Ano: 2013
Páginas: 256
Tradução: Anabela Paiva
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“Engraçado, pensava Sam, como acreditamos saber tudo sobre uma pessoa só porque a vemos frequentemente ou porque temos uma forte ligação emocional com ela.” (BLOCH, Robert. Psicose. DarkSide Books, 2013, p. 114)

Quem nunca viu aquela clássica cena, em preto e branco, de uma moça tomando banho, quando é surpreendida por alguém portando uma faca, pronto para assassiná-la? Foi do livro de Robert Bloch que Alfred Hitchcock retirou todos os elementos para seu clássico filme ‘Psicose’. Continuar lendo “Minhas Leituras #61: Psicose – Robert Bloch”

Minhas Leituras #61: Psicose – Robert Bloch

Minhas Leituras #57: Memórias da casa dos mortos – Fiódor Dostoiévski

“A sangrenta realidade de um presídio russo do século XIX”

Título: Memórias da casa dos mortos
Autor: Fiódor Dostoiévski
Editora: Martin Claret
Ano: 2016
Páginas: 334
Tradução: Oleg Almeida
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“Qualquer pessoa, seja ela quem for e por mais humilhada que esteja, vem a exigir, embora por mero instinto, embora inconscientemente, que respeitem sua dignidade humana.” (DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Memórias da casa dos mortos. Martin Claret, 2016, p. 136)

Baseando-se em experiências pessoais, Dostoiévski apresentou ao mundo como funcionava o sistema carcerário do Império Russo durante boa parte do século XIX, neste livro narrado pela perspectiva de um ex-detento. Continuar lendo “Minhas Leituras #57: Memórias da casa dos mortos – Fiódor Dostoiévski”

Minhas Leituras #57: Memórias da casa dos mortos – Fiódor Dostoiévski

E tudo começou, outra vez

Fevereiro, para quem é aluno/universitário, significa início de aulas. O começo é difícil, as férias nos deixam desacostumados, fora de forma. Mas, saber que esse é o meu último ano de faculdade me anima a continuar com força total (espero estar pensando assim daqui três meses).

Dizem que o ano começa após fevereiro; não sei. Sei que depois vem mais trabalho, até porque há como descansar um pouco em fevereiro, o mês do carnaval. Março significa estágio, a vida volta a ficar corrida.

O menor mês do ano trouxe boas leituras e bons índices para o blog, um bom início de ano. A frequência de postagens manteve-se, o conteúdo está bem diversificado, parece que está no caminho certo. Mas, falando em leitura, como virou costume por aqui, vamos ao ranking do mês de fevereiro. Tem alguma ideia de qual livro ficou em primeiro lugar? Continue lendo e descubra! Continuar lendo “E tudo começou, outra vez”

E tudo começou, outra vez

Minhas Leituras #55: Sobre a morte – Arthur Schopenhauer

Título: Sobre a morte: pensamentos e conclusões sobre a ultimas coisas
Autor: Arthur Schopenhauer
Editora: WMF Martins Fontes
Ano: 2013
Páginas: 112
Tradução: Karina Jannini
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“E o fato de a vida, como todos sabem, não ser brincadeira permite concluir que a morte é coisa séria.” (SCHOPENHAUER, Arthur. Sobre a morte: pensamentos e conclusões sobre a ultimas coisas. WMF Martins Fontes, 2013, p. 6)

Um tema muito recorrente ao ser humano é a morte. Existem diversas explicações para esse fato que chega a todos, desde religiosas, históricas, filosóficas, etc. Muitos foram os filósofos que abordaram a morte, dentre eles está Arthur Schopenhauer, com ideias bem fundamentadas e atraentes; uma nova forma de encarar o fim. Continuar lendo “Minhas Leituras #55: Sobre a morte – Arthur Schopenhauer”

Minhas Leituras #55: Sobre a morte – Arthur Schopenhauer

Minhas Leituras #53: Sempre vivemos no castelo – Shirley Jackson

Título: Sempre vivemos no castelo
Autor: Shirley Jackson
Editora: Suma de Letras
Ano: 2017
Páginas: 200
Tradução: Débora Landsberg
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“Meu nome é Mary Katherine Blackwood. Tenho dezoito anos e moro com minha irmã Constance. Volta e meia penso que se tivesse sorte teria nascido lobisomem, porque os dois dedos médios das minhas mãos são do mesmo tamanho, mas tenho de me contentar com o que tenho.” (JACKSON, Shirley. Sempre vivemos no castelo. Suma de Letras, 2017, p. 7)

Último livro publicado de uma das maiores escritoras estadunidenses do século XX, ‘Sempre vivemos no castelo’ apresenta uma trama confusa e aparentemente sem um sentido principal, porém, no meio dessa confusão toda, a obra aborda algumas questões delicadas, de maneira bem sutil. Continuar lendo “Minhas Leituras #53: Sempre vivemos no castelo – Shirley Jackson”

Minhas Leituras #53: Sempre vivemos no castelo – Shirley Jackson