Poema: Meaningless

Muitas palavras são utilizadas fora de contexto, ou de maneira errada mesmo, seja por um erro honesto, seja por canalhice (há quem o faça), ou por falta de conhecimento. E por incrível que parece, é no contexto político que as palavras mais são usadas de forma incorreta, pode reparar. Há mantras, que, por tanto serem repetidos, já não querem dizer mais nada, tornam-se um grande eco.

Preste atenção e você verá que o que estou dizendo é verdade. Não sei ao certo, mas, talvez, esse poema seja uma crítica a tudo isso, ou foi inspirado por tudo isso. Parece que cada um quer dar o seu próprio sentido às palavras, o que acaba gerando um gigante monte de nada, inúmeros caminhos tortuosos. Escolhi esse título porque ele resume bem o que quero dizer. Continuar lendo “Poema: Meaningless”

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Poema: Meaningless

Poema: O Dia das Mães

Datas especiais são importantes para refletir sobre o assunto que está sendo celebrado, ou simplesmente para que seja um dia diferente, para que o “especial” faça real sentido. É assim com o Dia das Mães, que, apesar de todo o fundo comercial, vale a pena ser comemorado, mostrando todo o amor que temos por nossa mãe, de uma forma diferenciada.

Ano passado, postei um texto para as mães. Dessa vez farei algo um pouco diferente. Apresento um singelo poema, dedicado às mamães que estão lendo (e à mãe de qualquer pessoa que venha a ler este post também).

Faça esse dia ser especial. Tire um tempinho para refletir com os versos a seguir. Continuar lendo “Poema: O Dia das Mães”

Poema: O Dia das Mães

Minhas Leituras #64: Memórias dum hiperbóreo – Oleg Almeida

“Quando o mito e o real se encontram na poesia”

Título: Memórias dum hiperbóreo
Autor: Oleg Almeida
Editora: 7Letras
Ano: 2008
Páginas: 76
Veja o livro no site da editora: https://www.7letras.com.br/memorias-dum-hiperboreo.html

“E eu vivia —/ não consumia a vida/ nem a deixava puxar-me pelas orelhas —/ apenas vivia,/ contente com poucas coisas que tinha,/ e no lugar dos brinquedos surgiam os livros interessantes:/ contos diálogos e poemas.” (ALMEIDA, Oleg. Memórias dum hiperbóreo. 7Letras, 2008, p. 25)

Buscando inspiração nos mitos e antigos poemas gregos, Oleg Almeida criou uma história triste, sobre perdas e mudanças, que, de certa forma, remete à sua história pessoal. Continuar lendo “Minhas Leituras #64: Memórias dum hiperbóreo – Oleg Almeida”

Minhas Leituras #64: Memórias dum hiperbóreo – Oleg Almeida

Minhas Leituras #62: Desenhos a lápis – Oleg Almeida

“Poesia em forma de diário e vice-versa”

Título: Desenhos a lápis
Autor: Oleg Almeida
Editora: Scortecci Editora
Ano: 2018
Páginas: 72
Encontre este livro na Amazon: https://amzn.to/2rWcigG

“Não é que tivesse vencido/ meus medos e preconceitos,/ mas entendi que do mal não se esconde debaixo da cama/ e contentei-me com isso.” (ALMEIDA, Oleg. Desenhos a lápis. Scortecci Editora, 2018, p. 16)

Se São Paulo, a maior cidade do Brasil, é capaz de surpreender qualquer brasileiro que a visite, imagine quais impressões esse colosso pode causar em alguém de outro país! Oleg Almeida, nascido na Bielorrússia, converteu todas as surpresas que encontrou na capital paulista em poesia. Continuar lendo “Minhas Leituras #62: Desenhos a lápis – Oleg Almeida”

Minhas Leituras #62: Desenhos a lápis – Oleg Almeida

Poema: Sem elas

Quinta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Não vou escrever sobre a importância desse dia, ou suas origens. Claro, uma data específica para refletir sobre a mulher na sociedade atual é extremamente relevante, afinal elas ainda enfrentam muitas dificuldades.

Mas, minha intenção com esse post é mostrar minha gratidão às mulheres, que são parte da minha vida, em diversas instâncias. Fico imaginando como seria minha vida sem elas, então vejo como fariam falta. Muito do que sou devo às mulheres que passaram, e ainda passarão, pela minha vida.

Espero que goste dessa simples homenagem, seja você homem ou mulher. Mas, sendo mulher, veja como você é importante, como é grande o seu papel. Uma coisa é certa: vocês mulheres terão sempre o meu respeito e minha eterna gratidão. Continuar lendo “Poema: Sem elas”

Poema: Sem elas

Poema: Breve

Já parou para pensar em como o tempo é breve? A vida é um espaço de tempo, curto, longo; cada indivíduo a percebe de maneira diferente. Há quem vive anos em apenas um mês, assim como existem aqueles que vivem apenas alguns dias em décadas.

Nossa pulsão de vida fala mais alto; por mais que o tempo seja breve, não queremos largá-lo. Aceitar que tudo chega a um fim é uma grande virtude. Por isso devemos fazer valer a pena todo o mínimo com que somos agraciados.

Eis, então, um poema que tenta exprimir a brevidade do tempo, de forma breve, assim como seu título indica, afinal o muito, às vezes, pode significar pouco, e vice-versa. Continuar lendo “Poema: Breve”

Poema: Breve

Poema: Ao mar

A ideia para esse poema me veio há tempos atrás. Eram apenas os primeiros versos, que já passavam boa ideia sobre o que se trata, mas eu não sabia como continuar. Bem, na verdade eu achei melhor deixar a ideia amadurecer por si e voltar a pensar nela quando me sentisse mais preparado.

Acredito que a hora chegou. Apenas você, leitor, é quem pode dizer se o resultado ficou positivo. A “massa” parecia bem fermentada, pronta para entrar no forno.

Os versos falam sobre a culpa, essa é uma triste história de amor. A culpa sempre procura pelo perdão, e este é garantido pelo amor verdadeiro. Isso é o que saiu do forno: Continuar lendo “Poema: Ao mar”

Poema: Ao mar

Poema: Outros mundos além deste

É comum a ficção se misturar à realidade. Afinal, uma linha tênue separa as duas, fica até difícil enxergar onde uma começa e a outra termina. Bem, talvez seja porque pessoas reais criam a ficção, baseando-se naquilo que existe. Por isso, toda fantasia possui um pingo de verdade. Pode-se dizer que a fantasia é fruto de desejos reais.

Quem conhece a série ‘A torre negra’, de Stephen King, sabe que o personagem Jake possui uma frase icônica: “Vá então, há outros mundos além deste”. Existem outros mundos na ficção, porém isso também ocorre na realidade.

Estudando psicologia, nota-se como cada pessoa percebe o que a cerca de maneira diferente. Não existe apenas uma visão, existem diversas compreensões sobre a mesma coisa. Não é incrível como a fantasia transcreve a realidade? Continuar lendo “Poema: Outros mundos além deste”

Poema: Outros mundos além deste

Versos natalinos

A época do Natal é muito linda. Parece que todos mudam, ao menos um pouquinho, tornando-se mais generosos e menos individualistas. Sentimos vontade de fazer alguém feliz, mesmo que isso signifique um grande sacrifício.

Entretanto, é uma onda que se restringe a amigos e familiares, não sentimos vontade de ser assim com todo mundo — não a maioria de nós —, sequer esse sentimento perdura por muito tempo. É algo passageiro, como uma estação do ano, que possui um início, o apogeu, e um fim.

Como seria legal se isso pudesse ser diferente. Pensando nisso, criei alguns versos para expressar essa ideia. Não é nada muito elaborado, mas acredito que a ideia central, intrínseca a eles, está bem clara. Espero que goste, que essas palavras obtenham algum significado para você! Continuar lendo “Versos natalinos”

Versos natalinos

Poema: Messias líquido

Não se cria uma poesia à força. Você não se senta numa cadeira e diz “Agora vou escrever um poema”. É até possível sair algo, mas será algo sem inspiração, pois é a inspiração que faz a poesia. Ficar inspirado é algo que acontece e é preciso ficar atendo, ou toda uma boa ideia pode cair no esquecimento.

Esses momentos ocorrem de maneira aleatória. Estava no meu trabalho quando alguns versos surgiram em minha mente. Eram relacionados à água, chuva. Rapidamente os anotei em um pedaço de papel e tentei parar de pensar no assunto. Só voltei a focar nesses versos quando decidi que eles deveriam se transformar em poesia. Chegou o momento de lapidação da ideia original.

Assim formou-se esse poema, a partir da ideia de que a água é a fonte de nossa vida. Afinal, o que seria de nós sem ela? Continuar lendo “Poema: Messias líquido”

Poema: Messias líquido