Minhas Leituras #55: Sobre a morte – Arthur Schopenhauer

Título: Sobre a morte: pensamentos e conclusões sobre a ultimas coisas
Autor: Arthur Schopenhauer
Editora: WMF Martins Fontes
Ano: 2013
Páginas: 112
Tradução: Karina Jannini
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“E o fato de a vida, como todos sabem, não ser brincadeira permite concluir que a morte é coisa séria.” (SCHOPENHAUER, Arthur. Sobre a morte: pensamentos e conclusões sobre a ultimas coisas. WMF Martins Fontes, 2013, p. 6)

Um tema muito recorrente ao ser humano é a morte. Existem diversas explicações para esse fato que chega a todos, desde religiosas, históricas, filosóficas, etc. Muitos foram os filósofos que abordaram a morte, dentre eles está Arthur Schopenhauer, com ideias bem fundamentadas e atraentes; uma nova forma de encarar o fim. Continuar lendo “Minhas Leituras #55: Sobre a morte – Arthur Schopenhauer”

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Minhas Leituras #55: Sobre a morte – Arthur Schopenhauer

Relato: um caso de luto em psicoterapia

O luto é uma experiência universal. Está incluso na classificação da 4ª edição do Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais (DSM-IV) no eixo relativo à avaliação global de funcionamento. Também foi incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID-10), na categoria Z, de exame geral e investigação de pessoas sem queixas ou diagnóstico relatado. Os estudos sobre o tema ainda são poucos se comparados a outros quadros de saúde mental.

Uma pessoa pode manifestar diversos sinais e sintomas em relação à perda, tanto cognitivos, emocionais, comportamentais ou físicos. Por isso deve-se tomar cuidado no diagnóstico diferencial entre luto e quadros de depressão. Os clientes enlutados apresentam maior vulnerabilidade a problemas psicossomáticos. Continuar lendo “Relato: um caso de luto em psicoterapia”

Relato: um caso de luto em psicoterapia

Poema: Breve

Já parou para pensar em como o tempo é breve? A vida é um espaço de tempo, curto, longo; cada indivíduo a percebe de maneira diferente. Há quem vive anos em apenas um mês, assim como existem aqueles que vivem apenas alguns dias em décadas.

Nossa pulsão de vida fala mais alto; por mais que o tempo seja breve, não queremos largá-lo. Aceitar que tudo chega a um fim é uma grande virtude. Por isso devemos fazer valer a pena todo o mínimo com que somos agraciados.

Eis, então, um poema que tenta exprimir a brevidade do tempo, de forma breve, assim como seu título indica, afinal o muito, às vezes, pode significar pouco, e vice-versa. Continuar lendo “Poema: Breve”

Poema: Breve

Minhas Leituras #44: O estrangeiro – Albert Camus

Título: O estrangeiro
Autor: Albert Camus
Editora: Record/Altaya
Ano: 1995
Páginas: 122
Tradução: Valerie Rumjanek
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“Perguntou-me, depois, se eu não estava interessado em uma mudança de vida. Respondi que nunca se muda de vida; que, em todo caso, todas se equivaliam, e que a minha, aqui, não me desagradava em absoluto”. (CAMUS, Albert. O estrangeiro. Record-Altaya, 1995, p. 46)

Um livro curto, mas que diz muito, pois nos faz pensar. Esse é ‘O estrangeiro’, um romance filosófico, a obra mais conhecida de Albert Camus, que também falou muito, apesar de uma vida consideravelmente curta aqui neste mundo. Continuar lendo “Minhas Leituras #44: O estrangeiro – Albert Camus”

Minhas Leituras #44: O estrangeiro – Albert Camus

Lidando com o comportamento suicida em psicoterapia

Falar sobre suicídio é algo delicado, porém muito importante. No Brasil, dados do Ministério da Saúde, coletados entre 2011 e 2015, apontam um crescimento de 12% no número de suicídios. São dados alarmantes, que devem ser colocados em pauta.

As diversas áreas do conhecimento em saúde são de grande importância para a prevenção de novos casos. Uma delas é a psicologia, que possui vasto conhecimento para ajudar na reversão desses desses índices. Não é um texto que aborda uma teoria principal, mas sim questões que todo profissional deve ficar atento ao lidar com clientes com tendências suicidas. Fukumitsu faz bons apontamentos sobre como o psicoterapeuta deve lidar com o comportamento suicida, fiz algumas anotações sobre os principais pontos. Continuar lendo “Lidando com o comportamento suicida em psicoterapia”

Lidando com o comportamento suicida em psicoterapia

Aprendendo a lidar com o luto: Terapia Cognitivo-Comportamental

Passar por uma situação de luto não é fácil. Cada um lida de determinada forma com esse momento de perda e tristeza. A Psicologia pode ajudar, também, nesse tipo de situação, acolhendo o sujeito e fornecendo suporte e estratégias para o enfrentamento e superação do luto. Veja como a Terapia Cognitivo-Comportamental pode contribuir nesse tipo de caso.

O luto

Para entender o luto, é necessário compreender as diferentes concepções de morte. Houve um período em que a morte era vista como natural ao ser humano, tranquila e resignada. Sua vivência dava-se no âmbito familiar, numa cerimônia pública, como ocorria na Idade Média. A finitude da morte era ligada às religiões e suas causas eram atribuídas a um ser divino, com a ideia de paraíso, inferno e ressurreição. Algumas mudanças socioculturais provocaram o distanciamento da morte do cotidiano, fazendo com que a morte fosse camuflada, passando a ser vista como tabu. Com o passar dos séculos, houve a ruptura entre morte e religião, foi onde a ciência passou a explicar as doenças e as causas das mortes. Isso impulsionou o desenvolvimento tecnológico, que passou a adiar a morte, novas técnicas e medicamentos. Isso acarretou na impossibilidade de expressão de dor pela morte, uma repressão desses sentimentos. O significado de morte também varia de acordo com a cultura, religião e credo, assim como o tipo de morte. Continuar lendo “Aprendendo a lidar com o luto: Terapia Cognitivo-Comportamental”

Aprendendo a lidar com o luto: Terapia Cognitivo-Comportamental