Minhas Leituras #69: Ficções – Jorge Luis Borges

“Ficção ou realidade?”

Título: Ficções
Autor: Jorge Luis Borges
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2007
Páginas: 176
Tradução: Davi Arrigucci Jr.
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“A verdade é que vivemos adiando tudo o que é adiável; talvez todos nós saibamos no fundo que somos imortais e que, cedo ou tarde, todo homem fará todas as coisas e saberá tudo.” (BORGES, Jorge Luis. Funes, o memorioso. In: Ficções. Companhia das Letras, 2007, p. 105)

A obra com a qual Jorge Luis Borges obteve reconhecimento internacional é uma coletânea de contos, onde a realidade e a ficção se fundem, criando narrativas únicas.

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Minhas Leituras #69: Ficções – Jorge Luis Borges

Minhas Leituras #67: Bíblia, vol. II – Novo Testamento: Apóstolos, Epístolas, Apocalipse

“Em busca da tradução mais fiel, parte II”

Título: Bíblia, vol. II: Novo Testamento: Apóstolos, Epístolas, Apocalipse
Autor: Vários
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2018
Páginas: 616
Tradução: Frederico Lourenço
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“Por isso és indesculpável, ó homem, tu, qualquer um que sejas, que te pões a julgar. Pois naquilo em que julgas outra pessoa, condenas-te a ti mesmo, já que tu — que julgas — praticas as mesmas coisas.” Rm 2:1, p. 167

Dando continuidade ao ambicioso projeto de Frederico Lourenço, a editora Companhia das Letras publica o segundo volume dessa nova tradução bíblica, completando a publicação do Novo Testamento. Continuar lendo “Minhas Leituras #67: Bíblia, vol. II – Novo Testamento: Apóstolos, Epístolas, Apocalipse”

Minhas Leituras #67: Bíblia, vol. II – Novo Testamento: Apóstolos, Epístolas, Apocalipse

Minhas Leituras #66: O processo – Franz Kafka

“Absurdismo que choca e surpreende”

Título: O processo
Autor: Franz Kafka
Editora: Companhia de Bolso
Ano: 2005
Páginas: 272
Tradução: Modesto Carone
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“A Justiça precisa estar em repouso, senão a balança oscila e não é possível um veredicto justo.” KAFKA, Franz. O processo. Companhia de Bolso, 2005, p. 145

Muitos são os autores que se inspiraram em Franz Kafka, em seu estilo absurdo, surreal. Um dos livros que mais expressam essa característica kafkiana (até ganhou nome!) é ‘O processo’, uma obra publicada após a morte de seu autor. Continuar lendo “Minhas Leituras #66: O processo – Franz Kafka”

Minhas Leituras #66: O processo – Franz Kafka

Minhas Leituras #58: Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro

“Uma história de amor com pano de fundo sci-fi”

Título: Não me abandone jamais
Autor: Kazuo Ishiguro
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2015
Páginas: 344
Tradução: Beth Vieira
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“Certeza de que estão apaixonados? E como é que você sabe disso? Então acha que o amor é coisa assim tão simples?” (ISHIGURO, Kazuo. Não me abandone jamais. Companhia das Letras, 2015, p. 301)

Um dos livros mais aclamados do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2017, ‘Não me abandone jamais’ conta uma história triste, com uma alta carga emocional, que, inclusive, foi adaptada para o cinema em 2010. Continuar lendo “Minhas Leituras #58: Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro”

Minhas Leituras #58: Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro

5 livros ‘diferentões’

O livro é um objeto que não tem muito segredo: é um produto feito, simplesmente, de papel e tinta. Os formatos podem variar: capa dura, brochura, com orelha, sem orelha, edição de bolso, página em papel branco, off-white. Como eu disse, não há muito segredo, os livros seguem um padrão e são quase todos iguais (esteticamente).

Fugir do padrão é bom e os marqueteiros sempre procuram se reinventar. Um livro é um produto, que visa o lucro e, para isso, precisa ser vendido. Muitas editoras têm investido pesado em marketing, e esse investimento se reflete em seus produtos.

Existem muitos livros que fogem do padrão, por detalhes às vezes mínimos, mas que podem fazer muita diferença numa prateleira, na hora de chamar a atenção do consumidor. Como consequência, tornam-se itens curiosos para quem é apaixonado pela literatura.

Sendo assim, apresento alguns exemplos de livros “diferentões”, com alguma característica não muito comum. Veja só que edições curiosas: Continuar lendo “5 livros ‘diferentões’”

5 livros ‘diferentões’

As melhores leituras de 2017

O ano de 2017 foi propício para minhas leituras. Consegui ler vários livros e escrever uma resenha para a maior parte deles. Foi a partir de ‘Marina’, livro de Carlos Ruiz Zafón, que passei a resenhar cada livro que eu lia. Ao todo, no ano passado, foram postadas quarenta e três resenhas no blog.

Ainda falando sobre 2017, desde junho monto um ranking com as melhores leituras do mês, quais dos livros lidos achei mais interessante, qual leitura foi mais prazerosa. Essa é uma ideia que pretendo carregar ao longo de 2018.

Chegou o momento de fazer um balanço e apresentar as dez melhores leituras de 2017! Não se trata de uma lista de melhores livros publicados nesse ano, mas sim os melhores dos quais li.

No meio de tanto livro bom, fica bem difícil escolher aqueles que mais gostei de ler. Porém, com muito cuidado escolhi as obras que irão compor essa lista.

Assim ficou a classificação: Continuar lendo “As melhores leituras de 2017”

As melhores leituras de 2017

Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

Título: Primeiro amor
Autor: Ivan Turguêniev
Editora: Penguin-Companhia das Letras
Ano: 2015
Páginas: 112
Tradução: Rubens Figueiredo
Veja o livro no site da editora: https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=85121

“Isso é a paixão!… Como não se rebelar, como suportar um golpe de qualquer mão que seja!… Mesmo da mão mais querida! Mas parece que é possível, quando se ama…” (TURGUÊNIEV, Ivan. Primeiro amor. Penguin-Companhia das Letras, 2015, p. 103-104)

Quem nunca se apaixonou pela primeira vez? Você se lembra de como se sentiu, as novas sensações que experimentou? É sobre isso que Ivan Turguêniev escreve nessa novela, dentre toda sua obra, uma das mais cultuadas. Continuar lendo “Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev”

Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

Minhas Leituras #41: Ensaio sobre a cegueira – José Saramago

Título: Ensaio sobre a cegueira
Autor: José Saramago
Editora: Companhia das Letras
Ano: 1995
Páginas: 312
Veja o livro no site da editora: https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10569

“[…] mas quando a aflição aperta, quando o corpo se nos desmanda de dor e angústia, então é que se vê o animalzinho que somos”. (SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. Companhia das Letras, 1995, p. 243)

Em termos mundiais, o português não é um idioma cultuado, nem valorizado. Isso influencia a literatura, com autores lusófonos pouco conhecidos em países que falam outras línguas. Existem algumas exceções, como José Saramago, único autor, escrevendo em língua portuguesa, a vencer um Prêmio Nobel de literatura. Seu livro mais conhecido, ‘Ensaio sobre a cegueira’, é uma história pós-apocalíptica, com grandes debates filosóficos sobre ética e uma humanidade sem regras. Continuar lendo “Minhas Leituras #41: Ensaio sobre a cegueira – José Saramago”

Minhas Leituras #41: Ensaio sobre a cegueira – José Saramago

O AGOSTO QUE PASSOU DEPRESSA

Chegamos aos meses “bros”, o que significa que o ano está a alguns passos de seu fim. É até meio assustador pensar nisso! Pode parecer clichê, ou conversa de velho, mas a sensação é a de que o ano começou ontem. Quando estamos sempre correndo, cheios de coisas para fazer, o tempo passa mais rápido, a tal da relatividade.

Minhas aulas recomeçaram há pouco tempo, e mais uma rodada de provas está batendo à porta (isso sim é aterrorizante!). Olha, se você deseja fazer algo, se possui algum plano, trate de executá-lo logo, caso deseje fazê-lo ainda em 2017. Muita gente diz que agosto é o mês do “desgosto”, por ser um mês longo (31 dias), sem nenhum feriado, entretanto, mal o vi passar dessa vez. O frio chegou rápido e foi embora tão rápido quanto; o calor já veio com força por aqui. Estou com a leve impressão de que os dias não foram suficientes. Acredito que isso seja positivo, pois quer dizer que agosto foi produtivo.

Para ser sincero, foi sim um mês muito produtivo. Agosto foi o mês com o maior número de visualizações até o momento. Devo isso a você que acompanha o blog todos os dias, a cada post (sei que há pessoas que gravaram os dias e os horários das postagens; um abraço a você!). Outro fator importante para o bom número de visualizações foi a Editora Martin Claret, que compartilhou meu post sobre o livro ‘Diário do subsolo’ no Facebook — livro editado pela mesma. Fiquei muito feliz com esse reconhecimento! 😊

A frequência de postagens se manteve. Foram diversos poemas e artigos em agosto. E claro, as leituras também estiveram presentes. Consegui ler quatro livros, quase todos clássicos da literatura. Um bom mês para as leituras.

Como faço em todo início de mês, apresento aqui o ranking das leituras. E aí, curioso para saber quem foi o campeão do mês? Continuar lendo “O AGOSTO QUE PASSOU DEPRESSA”

O AGOSTO QUE PASSOU DEPRESSA

MINHAS LEITURAS #32: O ALIENISTA – MACHADO DE ASSIS

Título: O alienista
Autor: Machado de Assis
Editora: Penguin – Companhia das Letras
Ano: 2014
Páginas: 104
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“— Supondo o espírito humano uma vasta concha, o meu fim, Sr. Soares, é ver se posso extrair a pérola, que é a razão; por outros termos, demarquemos definitivamente os limites da razão e da loucura”. (ASSIS, Machado de. O alienista. Penguin – Companhia das Letras, 2014, p. 36)

Considerado por muitos “o maior escritor que Brasil já teve” (e considerado um pesadelo pelos alunos do Ensino Médio), Machado de Assis escreveu, ao longo de sua vida, diversos romances, novelas, contos, poesias e peças teatrais. Seu estilo de escrita teve variações ao longo de sua carreira, encontrando seu pico de criatividade no final de 1870 até a primeira metade da década de 1880. Foi um período onde trabalhou muito, escrevendo diversas obras. Do meio desse turbilhão criativo, nasceu a novela ‘O alienista’ (1882). Trata-se de uma histórica satírica sobre um psiquiatra que resolve criar um manicômio na vila onde reside.

Já imaginou algo assim ocorrendo no bairro onde você vive? Continue lendo e descubra mais sobre esse clássico da literatura brasileira.

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MINHAS LEITURAS #32: O ALIENISTA – MACHADO DE ASSIS