Poema: Meaningless

Muitas palavras são utilizadas fora de contexto, ou de maneira errada mesmo, seja por um erro honesto, seja por canalhice (há quem o faça), ou por falta de conhecimento. E por incrível que parece, é no contexto político que as palavras mais são usadas de forma incorreta, pode reparar. Há mantras, que, por tanto serem repetidos, já não querem dizer mais nada, tornam-se um grande eco.

Preste atenção e você verá que o que estou dizendo é verdade. Não sei ao certo, mas, talvez, esse poema seja uma crítica a tudo isso, ou foi inspirado por tudo isso. Parece que cada um quer dar o seu próprio sentido às palavras, o que acaba gerando um gigante monte de nada, inúmeros caminhos tortuosos. Escolhi esse título porque ele resume bem o que quero dizer. Continuar lendo “Poema: Meaningless”

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Poema: Meaningless

Poema: O Dia das Mães

Datas especiais são importantes para refletir sobre o assunto que está sendo celebrado, ou simplesmente para que seja um dia diferente, para que o “especial” faça real sentido. É assim com o Dia das Mães, que, apesar de todo o fundo comercial, vale a pena ser comemorado, mostrando todo o amor que temos por nossa mãe, de uma forma diferenciada.

Ano passado, postei um texto para as mães. Dessa vez farei algo um pouco diferente. Apresento um singelo poema, dedicado às mamães que estão lendo (e à mãe de qualquer pessoa que venha a ler este post também).

Faça esse dia ser especial. Tire um tempinho para refletir com os versos a seguir. Continuar lendo “Poema: O Dia das Mães”

Poema: O Dia das Mães

Minhas Leituras #58: Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro

“Uma história de amor com pano de fundo sci-fi”

Título: Não me abandone jamais
Autor: Kazuo Ishiguro
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2015
Páginas: 344
Tradução: Beth Vieira
Encontre este livro na Amazon: https://amzn.to/2IxmYcM

“Certeza de que estão apaixonados? E como é que você sabe disso? Então acha que o amor é coisa assim tão simples?” (ISHIGURO, Kazuo. Não me abandone jamais. Companhia das Letras, 2015, p. 301)

Um dos livros mais aclamados do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2017, ‘Não me abandone jamais’ conta uma história triste, com uma alta carga emocional, que, inclusive, foi adaptada para o cinema em 2010. Continuar lendo “Minhas Leituras #58: Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro”

Minhas Leituras #58: Não me abandone jamais – Kazuo Ishiguro

Poema: Sem elas

Quinta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Não vou escrever sobre a importância desse dia, ou suas origens. Claro, uma data específica para refletir sobre a mulher na sociedade atual é extremamente relevante, afinal elas ainda enfrentam muitas dificuldades.

Mas, minha intenção com esse post é mostrar minha gratidão às mulheres, que são parte da minha vida, em diversas instâncias. Fico imaginando como seria minha vida sem elas, então vejo como fariam falta. Muito do que sou devo às mulheres que passaram, e ainda passarão, pela minha vida.

Espero que goste dessa simples homenagem, seja você homem ou mulher. Mas, sendo mulher, veja como você é importante, como é grande o seu papel. Uma coisa é certa: vocês mulheres terão sempre o meu respeito e minha eterna gratidão. Continuar lendo “Poema: Sem elas”

Poema: Sem elas

Poema: Ao mar

A ideia para esse poema me veio há tempos atrás. Eram apenas os primeiros versos, que já passavam boa ideia sobre o que se trata, mas eu não sabia como continuar. Bem, na verdade eu achei melhor deixar a ideia amadurecer por si e voltar a pensar nela quando me sentisse mais preparado.

Acredito que a hora chegou. Apenas você, leitor, é quem pode dizer se o resultado ficou positivo. A “massa” parecia bem fermentada, pronta para entrar no forno.

Os versos falam sobre a culpa, essa é uma triste história de amor. A culpa sempre procura pelo perdão, e este é garantido pelo amor verdadeiro. Isso é o que saiu do forno: Continuar lendo “Poema: Ao mar”

Poema: Ao mar

Últimos minutos de 2017

O último mês do ano de 2017 foi de descanso, mas também de muito trabalho. Mês de férias da faculdade, porém esse é o período mais puxado para quem trabalha no comércio, como eu, com esses horários especiais de final de ano.

Apesar disso, foi possível descansar, tanto o corpo, quanto a mente. Uma época cheia de festas. Nasci quase no dia de Natal, então os últimos dias de dezembro são cheios de comemorações.

Foram ótimos dias com a família, realmente “boas festas”. Por vários motivos, eu não poderia desejar um final de ano melhor. Acredito que entro em 2018 com energias renovadas e muito feliz, pronto para encarar mais um longo ano, que será o meu último na faculdade, então haverá muito trabalho nesse sentido.

Consegui completar algumas leituras e bater minha meta. O blog manteve uma boa audiência, mas é comum que ela caia um pouco nesse período no qual as pessoas estão de férias. Espero continuar com muitas postagens em 2018, trazendo um bom conteúdo. Mas, agora, o que trago é o ranking de leituras do mês de dezembro. Quem será o campeão? Continuar lendo “Últimos minutos de 2017”

Últimos minutos de 2017

Citações #2

Há um tempo atrás, fiz um post com diversas imagens que continham citações de livros que li, e foi muito bem recebido por quem acompanha o blog. Resolvi escrever sua continuação, afinal as leituras cresceram desde então, como consequência disso, anotei muitas outras citações.

Foi um hábito que iniciei nesse ano, que, além de proporcionar relembrar momentos marcantes de algum livro, também rende algumas frases para a vida, para algum momento, seja por sua mensagem, ou por sua beleza e significado. Continuar lendo “Citações #2”

Citações #2

Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

Título: Primeiro amor
Autor: Ivan Turguêniev
Editora: Penguin-Companhia das Letras
Ano: 2015
Páginas: 112
Tradução: Rubens Figueiredo
Veja o livro no site da editora: https://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=85121

“Isso é a paixão!… Como não se rebelar, como suportar um golpe de qualquer mão que seja!… Mesmo da mão mais querida! Mas parece que é possível, quando se ama…” (TURGUÊNIEV, Ivan. Primeiro amor. Penguin-Companhia das Letras, 2015, p. 103-104)

Quem nunca se apaixonou pela primeira vez? Você se lembra de como se sentiu, as novas sensações que experimentou? É sobre isso que Ivan Turguêniev escreve nessa novela, dentre toda sua obra, uma das mais cultuadas. Continuar lendo “Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev”

Minhas Leituras #45: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

Poema: Sonho recorrente

Os sonhos ainda são um grande mistério para nós. Será que possuem algum significado? Por que sonhamos tal coisa, mesmo não querendo? Por que nos esquecemos deles com tanta facilidade?

No fundo, sonhos são grandes viagens, para mundos familiares, mas que, de certa forma, possuem um tom de estranheza. Há um sonho que me é recorrente. Se me recordo bem, já o revisitei umas cinco vezes, no mínimo. Reconheço o cenário, pois sei que é o sítio onde minha avó e meu avô vivem, porém, diversos elementos estão fora de lugar, alterados, com outros elementos a mais, que não estavam ali antes.

Inspirado nesse sonho, em toda essa maluquice, construída pela liberdade que minha mente possui em criar cenários abstratos e em me pregar peças, escrevi esse poema, que tenta passar essa sensação de estar sonhando, onde cenas não são conectadas, tudo pode mudar a qualquer momento.

Talvez a dúvida da última estrofe seja resolvida, pois, a partir de agora, você irá adentrar meus sonhos. Continuar lendo “Poema: Sonho recorrente”

Poema: Sonho recorrente

Minhas Leituras #34: Madame Bovary – Gustave Flaubert

Título: Madame Bovary
Autor: Gustave Flaubert
Editora: Nova Alexandria
Ano: 2009
Páginas: 360
Tradução: Fúlvia M. L. Moretto
Encontre este livro na Amazon: https://amzn.to/2s14paO

“O amor não precisaria, como as plantas indianas, terrenos preparados, uma temperatura própria?” (FLAUBERT, Gustave. Madame Bovary. Nova Alexandria, 2009, p. 64)

Considerado o “romance dos romances”, ‘Madame Bovary’ é o marco da narrativa realista moderna. Romance tanto em gênero literário, quanto em estilo de composição em prosa, este livro inspirou diversos autores, para citar um, por exemplo, o vencedor do Nobel Mario Vargas Llosa. Como boa parte dos clássicos do século XIX, gerou polêmica quando foi publicado, recebendo uma tentativa de censura. Conheça um pouco mais sobre essa obra, cultuada até os dias atuais e que estava à frente de seu tempo. Continuar lendo “Minhas Leituras #34: Madame Bovary – Gustave Flaubert”

Minhas Leituras #34: Madame Bovary – Gustave Flaubert