Os diferentes formatos de livros

Quando entramos numa livraria, ou acessamos o site de uma livraria virtual, nos deparamos com um universo mágico, livros de diversos formatos e tamanhos.

Publicar um livro em tal formato é uma decisão editorial, que passa por uma avaliação rigorosa, afinal a empresa não quer publicar um livro com alto custo de produção para que esse produto seja um fracasso de vendas. Cada formato de livro tem a ver com custos, tanto de produção, quanto de varejo.

Neste post, vou apresentar os formatos mais comuns encontrados por aí. Qualidade e preço caminham lado a lado, mais qualidade quer dizer preço maior. Continue lendo e descubra os diferentes formatos de livros que você pode encontrar em uma livraria. Continuar lendo “Os diferentes formatos de livros”

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Os diferentes formatos de livros

Minhas Leituras #77: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias – Leon Tolstói

“A filosofia de um mestre russo”

Título: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias
Autor: Leon Tolstói
Editora: Martin Claret
Ano: 2018
Páginas: 288
Tradução: Oleg Almeida
Encontre este livro na Amazon: https://amzn.to/2uB3gHE

“[…] o casamento sem amor não é um casamento de verdade, é que apenas o amor consagra o casamento e que o verdadeiro casamento é só aquele consagrado pelo amor.” (TOLSTÓI, Leon. Sonata a Kreutzer. In: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias. Martin Claret, 2018, p. 111)

Continuando com as publicações de grandes clássicos da literatura russa, a editora Martin Claret apresenta uma edição que contém três grandes obras de Tolstói, um dos principais nomes da literatura mundial. Continuar lendo “Minhas Leituras #77: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias – Leon Tolstói”

Minhas Leituras #77: A morte de Ivan Ilitch e outras histórias – Leon Tolstói

Considerações sobre a Psicologia Hospitalar e a Terapia Cognitivo-Comportamental

História do hospital

O hospital é uma instituição que passou por diversas mudanças, avanços e transformações ao longo dos séculos. Historicamente, o hospital surgiu por volta do século IV e funcionava como uma espécie de depósito, onde se alocavam os enfermos destituídos de recursos; era uma finalidade social, não terapêutica (CAMPOS, 1995a).

Assim como a história dos tratamentos destinados aos deficientes, o hospital foi por muito tempo uma instituição geradora de segregação. Os indivíduos eram isolados da sociedade, fato que ocorria por diversos fatores, tais como: medo, preconceito, falta de conhecimento, outras crenças e uma forte visão higienista (AMIRALIAN, 1986). Porém, esse tipo de tratamento para com os deficientes é prejudicial e só aumenta a segregação; era o mesmo o que acontecia com os demais doentes nos primeiros hospitais.

Por muito tempo, a instituição hospitalar esteve ligada à religião, sob influência direta do Cristianismo. Tratava-se de um espírito egoístico, o interesse não era o de restaurar a saúde dos enfermos, mas sim o de buscar a salvação divina, trabalhos de caridade. Segundo Campos (1995a), eram tratamentos limitados, pois o conhecimento científico da época ainda se mostrava escasso. Continuar lendo “Considerações sobre a Psicologia Hospitalar e a Terapia Cognitivo-Comportamental”

Considerações sobre a Psicologia Hospitalar e a Terapia Cognitivo-Comportamental

Futebol e intolerância

Na última sexta-feira, dia 06 de julho, a Seleção Brasileira de Futebol foi eliminada da Copa do Mundo pela equipe da Bélgica. Acontece, é um jogo, o time não vinha jogando bem e já faz tempo que o Brasil não chega à final desse torneio. Seleções muito melhores que essa de 2018 não conseguiram vencer a Copa. Faz parte.

Em nosso país, o futebol não é apenas um esporte, é também parte de nossa cultura. Uma das poucas coisas nas quais nos destacamos no cenário internacional é nesse esporte, que possui grande representatividade mundial. Num país cheio de problemas, é preciso se orgulhar das poucas coisas que são realmente boas (e o futebol é uma delas). Ademais, para os mais pobres (que compõem grande parte de nossa população), esse esporte é uma saída, uma maneira para conseguir uma vida melhor, sendo a grande esperança de muita gente.

Temos que levar em conta que o futebol mexe com as emoções de muitos torcedores de forma bastante pessoal, assim como uma paixão. E isso faz algumas pessoas cometerem atos infelizes, como o que aconteceu com o jogador Fernandinho, que fez um gol contra no jogo contra a Bélgica e não realizou uma boa atuação. Como mostram os sites UOL e Gazeta Esportiva, muitas pessoas deixaram críticas pesadas, algumas de cunho racial, nas redes sociais do jogador. Continuar lendo “Futebol e intolerância”

Futebol e intolerância

Minhas Leituras #76: A máquina do tempo – H. G. Wells

“Um clássico em edição repaginada”

Título: A máquina do tempo
Autor: H. G. Wells
Editora: Suma
Ano: 2018
Páginas: 176
Tradução: Braulio Tavares
Encontre este livro na Amazon: https://amzn.to/2KDActG

“Não existe inteligência onde não existe mudança ou a necessidade de mudança.” (WELLS, H. G. A máquina do tempo. Suma, 2018, p. 128)

Em seu primeiro romance publicado, H. G. Wells já demonstrou o motivo de ter se tornado um autor clássico da ficção científica, apresentando um livro criativo, mas com sinais da pouca experiência de um iniciante. Continuar lendo “Minhas Leituras #76: A máquina do tempo – H. G. Wells”

Minhas Leituras #76: A máquina do tempo – H. G. Wells

Citações 8

Uma citação do livro ‘O tempo desconjuntado’, de Philip K. Dick (presente neste post), resume bem meu pensamento: mesmo que um livro seja ruim, sempre há algo de aproveitável. Se o livro consegue induzir o leitor a pensar, então não se trata de algo tão ruim assim.

As leituras de junho apresentaram passagens interessantes, boas citações, algumas bem filosóficas. Se você ainda não conhece esses livros, aproveite para ter um gostinho deles, talvez surja a vontade de passar a conhecê-los melhor.

Clique nas imagens para ampliá-las. Divirta-se! Continuar lendo “Citações 8”

Citações 8

Junho: muitos gols e muita literatura

Muitos aguardavam o mês de junho por causa da Copa do Mundo, eu queria que esse mês chegasse logo ao fim para ter férias da faculdade. Para quem desejava assistir aos jogos, a Copa até que está apresentando algumas partidas interessantes, principalmente agora, no mata-mata. Será que dessa vez o Brasil vai longe? Acho bem difícil, pela forma que o time vem jogando.

Aqueles que aguardavam as férias, finalmente poderão descansar, ter tempo para fazer o que bem entender. Junho é sempre um mês muito puxado para quem estuda, com as provas, trabalhos, estágio, etc. Esse é o momento de recuperar o fôlego, e deve ser bem aproveitado, afinal, um mês passa muito rápido.

Apesar de toda a correria desse mês (que marcou o início do inverno, mas sem o frio), foi possível continuar com as leituras e com as postagens em dia. Postei alguns textos sobre Psicologia, aproveitando tudo aquilo que venho estudando no estágio; vale a pena apresentar as diversas aplicações da Psicologia, os inúmeros campos de atuação. O conhecimento compartilhado é sempre muito mais valioso.

Como de costume, apresento o ranking mensal das leituras. Quem será o primeiro colocado dessa vez? Continuar lendo “Junho: muitos gols e muita literatura”

Junho: muitos gols e muita literatura

A utilização da Terapia Cognitivo-Comportamental em pacientes cardiopatas

As doenças cardiovasculares (DCVs) são a principal causa de morte no mundo. No Brasil as DCVs são altamente prevalentes, sendo a causa de mais de 308.000 mortes por ano. O conjunto dessas enfermidades constitui a principal causa de gastos em assistência médica e corresponde a mais de 10% das internações anuais do sistema público de saúde brasileiro.

Alguns dos fatores de risco (FR) para DCVs são a hipertensão arterial, hipercolesterolemia, diabetes, alimentação pouco saudável, sedentarismo e o consumo excessivo de álcool e tabaco.

Os aspectos emocionais, dentre os FR modificáveis, ocupam lugar central. Depressão, ansiedade, hostilidade, baixo suporte social e estresse crônico estão cada vez mais sendo associados ao aumento do risco cardiovascular. Continuar lendo “A utilização da Terapia Cognitivo-Comportamental em pacientes cardiopatas”

A utilização da Terapia Cognitivo-Comportamental em pacientes cardiopatas

Minhas Leituras #75: Cartas na rua – Charles Bukowski

“O primeiro romance do velho safado”

Título: Cartas na rua
Autor: Charles Bukowski
Editora: L&PM Pocket
Ano: 2011
Páginas: 192
Tradução: Pedro Gonzaga
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“E embaixo disso tudo, os peixes, os pobres peixes lutando uns contra os outros, comendo uns aos outros. Nós somos como esses peixes, com a diferença de que estamos aqui em cima.” (BUKOWSKI, Charles. Cartas na rua. L&PM Pocket, 2011, p. 135)

Logo em seu primeiro romance, com uma escrita praticamente autobiográfica, Charles Bujowski apresenta seu estilo marcante, copiado por muitos, porém jamais reproduzido com a mesma originalidade. Continuar lendo “Minhas Leituras #75: Cartas na rua – Charles Bukowski”

Minhas Leituras #75: Cartas na rua – Charles Bukowski

Poema: Meaningless

Muitas palavras são utilizadas fora de contexto, ou de maneira errada mesmo, seja por um erro honesto, seja por canalhice (há quem o faça), ou por falta de conhecimento. E por incrível que parece, é no contexto político que as palavras mais são usadas de forma incorreta, pode reparar. Há mantras, que, por tanto serem repetidos, já não querem dizer mais nada, tornam-se um grande eco.

Preste atenção e você verá que o que estou dizendo é verdade. Não sei ao certo, mas, talvez, esse poema seja uma crítica a tudo isso, ou foi inspirado por tudo isso. Parece que cada um quer dar o seu próprio sentido às palavras, o que acaba gerando um gigante monte de nada, inúmeros caminhos tortuosos. Escolhi esse título porque ele resume bem o que quero dizer. Continuar lendo “Poema: Meaningless”

Poema: Meaningless